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Foto de @enzolopes16
“O motocross é tudo para mim. Cada vez que subo na moto, sinto como se fosse uma criança com um brinquedo novo. A sensação é de outro mundo”, explica o piloto gaúcho Enzo Lopes (@enzolopes16). “Ganhar uma corrida é ainda melhor. É ver que todo esforço do dia a dia está valendo a pena”, conta. A paixão pelo esporte começou quando ele era criança, influenciado pelo pai, que andava de moto. “Minha família ama motocross, assim como eu. Está no sangue! Com dois anos de idade comecei a andar de bicicleta e aos três andei de moto pela primeira vez… foi amor à primeira vista!” Hoje, aos 18 anos, Enzo acumula títulos nacionais e internacionais e vive nos Estados Unidos, onde treina. “Quero ser campeão mundial e tornar o esporte mais conhecido no Brasil.”
Veja Enzo andando de motocross hoje, no nosso Story.
Foto de @enzolopes16 “O motocross é tudo para mim. Cada vez que subo na moto, sinto como se fosse uma criança com um brinquedo novo. A sensação é de outro mundo”, explica o piloto gaúcho Enzo Lopes (@enzolopes16). “Ganhar uma corrida é ainda melhor. É ver que todo esforço do dia a dia está valendo a pena”, conta. A paixão pelo esporte começou quando ele era criança, influenciado pelo pai, que andava de moto. “Minha família ama motocross, assim como eu. Está no sangue! Com dois anos de idade comecei a andar de bicicleta e aos três andei de moto pela primeira vez… foi amor à primeira vista!” Hoje, aos 18 anos, Enzo acumula títulos nacionais e internacionais e vive nos Estados Unidos, onde treina. “Quero ser campeão mundial e tornar o esporte mais conhecido no Brasil.” Veja Enzo andando de motocross hoje, no nosso Story.
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Foto de @dalmatadeaf 
Thor (@dalmatadeaf) é um dálmata surdo de dois anos de idade. A descoberta de sua deficiência auditiva foi logo aos dois meses, quando chegou na casa de Camila Zamboni, de Vitória, no Espírito Santo. "Ao lado dele todas as fases são especiais, todo dia é um novo aprendizado. Usamos a nossa própria língua de sinais para cada movimento que eu quero que ele faça", conta. Um dos lugares favoritos para levar o Thor é a praia: "Amo ver quando ele chega na areia e começar a latir para ser solto e correr até a água", descreve Camila.
"A rotina dele é normal, como a de outros cães. Só dou uma atenção redobrada na hora de soltá-lo em algum lugar aberto, pois ele gosta muito de brincar ou correr atrás de algum passarinho. Por isso os treinos são essenciais, ele sabe que tem que voltar sempre", diz.
Foto de @dalmatadeaf Thor (@dalmatadeaf) é um dálmata surdo de dois anos de idade. A descoberta de sua deficiência auditiva foi logo aos dois meses, quando chegou na casa de Camila Zamboni, de Vitória, no Espírito Santo. "Ao lado dele todas as fases são especiais, todo dia é um novo aprendizado. Usamos a nossa própria língua de sinais para cada movimento que eu quero que ele faça", conta. Um dos lugares favoritos para levar o Thor é a praia: "Amo ver quando ele chega na areia e começar a latir para ser solto e correr até a água", descreve Camila. "A rotina dele é normal, como a de outros cães. Só dou uma atenção redobrada na hora de soltá-lo em algum lugar aberto, pois ele gosta muito de brincar ou correr atrás de algum passarinho. Por isso os treinos são essenciais, ele sabe que tem que voltar sempre", diz.
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Foto de @davizinhoradical 
É nas ondas que o campeão de surfe adaptado Davi Teixeira de Aguiar (@davizinhoradical) se sente livre. “Comecei a me apaixonar pelo esporte e a disputar competições mundiais”, conta o atleta, do Rio de Janeiro, que nasceu com uma condição rara chamada de Síndrome da Banda Amniótica. Para 2018, seus planos são grandes: quer ganhar um campeonato mundial e fazer parte do time brasileiro paralímpico. “Todos deveriam ir atrás dos seus sonhos com muita fé, determinação e garra. Nessa vida tão curta, temos que dar nosso melhor e motivar mais pessoas.” Pegue uma onda com o Davi vendo o nosso Story de hoje. 🏄
Foto de @davizinhoradical É nas ondas que o campeão de surfe adaptado Davi Teixeira de Aguiar (@davizinhoradical) se sente livre. “Comecei a me apaixonar pelo esporte e a disputar competições mundiais”, conta o atleta, do Rio de Janeiro, que nasceu com uma condição rara chamada de Síndrome da Banda Amniótica. Para 2018, seus planos são grandes: quer ganhar um campeonato mundial e fazer parte do time brasileiro paralímpico. “Todos deveriam ir atrás dos seus sonhos com muita fé, determinação e garra. Nessa vida tão curta, temos que dar nosso melhor e motivar mais pessoas.” Pegue uma onda com o Davi vendo o nosso Story de hoje. 🏄
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Fotos de @alexiahentsch por @gabmendss
"Eu faço algo que fica entre a moda e a fantasia," explica Alexia Hentsch (@alexiahentsch), uma desenhista de fantasias que divide seu tempo entre Londres e Rio de Janeiro, onde nasceu. Nos últimos dois anos, Alexia criou peças personalizadas para as celebrações de carnaval do Rio. "Eu amo o carnaval. Acho que é difícil não amar," conta. "É uma celebração da diversão e algo que não existe em qualquer outro lugar do mundo em escala tão grande. Todo o país fica de folga para participar da festa. É bem louco."
Veja mais criações de fantasias de carnaval de Alexia no nosso Story do Instagram.
Fotos de @alexiahentsch por @gabmendss "Eu faço algo que fica entre a moda e a fantasia," explica Alexia Hentsch (@alexiahentsch), uma desenhista de fantasias que divide seu tempo entre Londres e Rio de Janeiro, onde nasceu. Nos últimos dois anos, Alexia criou peças personalizadas para as celebrações de carnaval do Rio. "Eu amo o carnaval. Acho que é difícil não amar," conta. "É uma celebração da diversão e algo que não existe em qualquer outro lugar do mundo em escala tão grande. Todo o país fica de folga para participar da festa. É bem louco." Veja mais criações de fantasias de carnaval de Alexia no nosso Story do Instagram.
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Foto de @pabllovittar
A cantora Pabllo Vittar (@pabllovittar) está pronta para o Carnaval. Para se vestir para os shows nos dias de folia, ela buscou referências nos videogames, na cultura pop e no cinema. "Eu amo muito Anime e toda essa cultura de desenhos. Vou trazer isso para o meu carnaval, espero que vocês gostem", diz. Confira nosso Story de hoje e veja Pabllo provando seus looks e fazendo os últimos ajustes com os figurinistas.
Foto de @pabllovittar A cantora Pabllo Vittar (@pabllovittar) está pronta para o Carnaval. Para se vestir para os shows nos dias de folia, ela buscou referências nos videogames, na cultura pop e no cinema. "Eu amo muito Anime e toda essa cultura de desenhos. Vou trazer isso para o meu carnaval, espero que vocês gostem", diz. Confira nosso Story de hoje e veja Pabllo provando seus looks e fazendo os últimos ajustes com os figurinistas.
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Foto de @tequilaagolden
Já no clima de Carnaval🎉🎊
Toda semana, postamos algumas das nossas fotos preferidas. Para participar, use a hashtag #achadosdasemana
Foto de @tequilaagolden Já no clima de Carnaval🎉🎊 Toda semana, postamos algumas das nossas fotos preferidas. Para participar, use a hashtag #achadosdasemana
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Foto de @minduim
A comunidade de Instagrammers Brasileiros e de língua portuguesa está sempre surpreendendo e temos cada vez mais momentos incríveis para compartilhar. Toda semana, postamos algumas das nossas fotos preferidas. Para participar, use a hashtag #achadosdasemana.
Foto de @minduim A comunidade de Instagrammers Brasileiros e de língua portuguesa está sempre surpreendendo e temos cada vez mais momentos incríveis para compartilhar. Toda semana, postamos algumas das nossas fotos preferidas. Para participar, use a hashtag #achadosdasemana.
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Foto de @_lumourao 
Cada vez mais temos momentos incríveis para compartilhar. Toda semana, postamos algumas das nossas fotos preferidas. Para participar, use a hashtag #achadosdasemana.
Foto de @_lumourao Cada vez mais temos momentos incríveis para compartilhar. Toda semana, postamos algumas das nossas fotos preferidas. Para participar, use a hashtag #achadosdasemana.
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Foto de @karinpyong
Para a ilustradora freelancer Karina Doniho (@karinpyong), definitivamente existe magia nas aquarelas. "Fico fascinada com elas", conta. "As cores são lindas, e é possível fazer tanta coisa." Dois anos atrás, Karina deixou a Indonésia para estudar artes plásticas em uma universidade de Yokohama, no Japão. "Tiro inspiração do mundo ao meu redor", diz a artista. "Pequenas experiências podem ocorrer a qualquer momento, e eu as utilizo em minhas pinturas."
Veja mais de sua obra e seu processo no Story de hoje do Instagram Brasil. 🎨
Foto de @karinpyong Para a ilustradora freelancer Karina Doniho (@karinpyong), definitivamente existe magia nas aquarelas. "Fico fascinada com elas", conta. "As cores são lindas, e é possível fazer tanta coisa." Dois anos atrás, Karina deixou a Indonésia para estudar artes plásticas em uma universidade de Yokohama, no Japão. "Tiro inspiração do mundo ao meu redor", diz a artista. "Pequenas experiências podem ocorrer a qualquer momento, e eu as utilizo em minhas pinturas." Veja mais de sua obra e seu processo no Story de hoje do Instagram Brasil. 🎨
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Foto de @viajarladob 
#Bomdia direto de uma praia paradisíaca 🏖
Use a hashtag #Bomdia e explore lugares incríveis com a gente.
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Foto de @biiaia por @oleydanceproject
Aos 20 anos, a bailarina paulista Bianca Teixeira (@biiaia) já é demi-solista do Balé Nacional da Polônia. "Comecei a dançar em escolinha, e lá uma professora disse que eu tinha talento e que deveria seguir essa carreira. E eu comecei a dançar ponta até um pouco mais tarde. Algumas meninas começam profissionalmente ainda crianças", conta. Bianca iniciou sua carreira internacional aos 13 anos, dançando em uma competição em Nova York, e, hoje, mora em Varsóvia. "O balé que eu mais me emocionei assistindo foi Gisele, chorei. E o que eu fiquei mais honrada de fazer foi um solo em O Lago dos Cisnes", revela a brasileira sobre momentos marcantes no palco e na plateia.
"O balé é muito mais difícil do que as pessoas imaginam. Às vezes, subestima-se muito a dança. Temos que subir no palco, sorrir, dar o nosso melhor, mesmo que aquele dia não esteja bom. Muitos bailarinos dançam com dor, mas é incrível como desenvolvemos uma força. Há um trabalho duro por trás das cortinas", conta.
Foto de @biiaia por @oleydanceproject Aos 20 anos, a bailarina paulista Bianca Teixeira (@biiaia) já é demi-solista do Balé Nacional da Polônia. "Comecei a dançar em escolinha, e lá uma professora disse que eu tinha talento e que deveria seguir essa carreira. E eu comecei a dançar ponta até um pouco mais tarde. Algumas meninas começam profissionalmente ainda crianças", conta. Bianca iniciou sua carreira internacional aos 13 anos, dançando em uma competição em Nova York, e, hoje, mora em Varsóvia. "O balé que eu mais me emocionei assistindo foi Gisele, chorei. E o que eu fiquei mais honrada de fazer foi um solo em O Lago dos Cisnes", revela a brasileira sobre momentos marcantes no palco e na plateia. "O balé é muito mais difícil do que as pessoas imaginam. Às vezes, subestima-se muito a dança. Temos que subir no palco, sorrir, dar o nosso melhor, mesmo que aquele dia não esteja bom. Muitos bailarinos dançam com dor, mas é incrível como desenvolvemos uma força. Há um trabalho duro por trás das cortinas", conta.
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Foto de @thiago.rafaelc
Toda semana, postamos algumas das nossas fotos preferidas. Para participar, use a hashtag #achadosdasemana.
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